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10 atletas brasileiros prestes a fazer história nas paraolimpíadas do Rio

Se as Olimpíadas têm o fator surpresa, as Paraolimpíadas, sem dúvida, têm a coroa de mais inspiradora. Os atletas paraolímpicos, com sua determinação e pensamento positivo, transformam a deficiência em algo incrível, e a Paraolimpíada deste ano (realizada entre 7 e 18 de setembro no Rio de Janeiro) é a plataforma perfeita para mostrar essas conquistas. Em sintonia com o país-sede, reunimos os dez melhores atletas paraolímpicos brasileiros para buscar nos jogos.

Natação: Daniel Dias
O nadador paralímpico Daniel Dias detém o maior número de medalhas de ouro do Brasil. Depois de ver o brasileiro Clodoaldo Silva competir na natação em Atenas em 2004, Dias se inspirou para fazer ele mesmo e não olhou para trás desde então. Ele ganhou seis medalhas de ouro nas últimas Olimpíadas de Londres em 2012 e levou para casa incríveis oito medalhas em todos os seus oito eventos nos Jogos Parapan Am em Toronto em 2015.

Futebol: Jan Franscisco Brito da Costa
Brito é considerado um dos melhores jogadores mundiais do futebol de 7 e espera levar para casa o ouro para o Brasil, pela primeira vez na modalidade. Nos jogos do Parapan-americano, a seleção brasileira conseguiu garantir a medalha de ouro, colocando-se em uma posição confortável como forte candidata em jogos futuros. Um jogo a se procurar com esta equipe é contra a Rússia e a Ucrânia, a maior competição do Brasil da modalidade nas Paraolimpíadas.

Natação: Andre Brasil
Outra esperança do Brasil por uma medalha na natação, o Brasil é sete vezes medalhista de ouro paraolímpico e deve ter um desempenho memorável este ano. Sua filosofia de “trabalhar duro e ter fé porque nada vem fácil” provou ter uma influência positiva em sua vida com seu forte histórico. Em 2015, ele conquistou três títulos mundiais e também seis medalhas de ouro em Toronto.

Atletismo: Veronica Hipolito
Outra prova a ter em atenção é o atletismo com a velocista Veronica Hipolito, bicampeã de ouro no recente Campeonato Aberto de Atletismo Caixa Loterias. Hipólito não pôde competir no Campeonato Mundial devido a uma cirurgia para remover uma parte de seu intestino, mas agora ela se recuperou e quer voltar à pista ganhando algumas medalhas nos Jogos Paralímpicos deste ano.

Atletismo: Terezinha Guilhermina
Guilhermina vai disputar o atletismo na categoria de velocistas totalmente cegos. Ela treinou no início da temporada no ano passado com Usain Bolt, após uma série de sucessos. Ela detém o recorde mundial nos sprints de 100 e 200 metros, ganhou sua primeira medalha de ouro em Pequim 2008 e, no IPC Athletics em 2011, levou para casa quatro medalhas de ouro. Este ano, todos os olhos estarão voltados para Guilhermina e o chinês Cuiqing Liu para ver quem ficará com o ouro.

Judô: Antonio Tenorio
Depois de levar o bronze para casa em Londres 2012 na prova de judô para deficientes visuais, Tenório quase decidiu pendurar as chuteiras, mas decidiu dar uma última chance em casa. Se conquistar uma medalha neste ano, será o recordista de seis medalhas consecutivas de judô nas Paraolimpíadas. Seu sucesso começou em Atlanta em 1996 e continuou com quatro medalhas de ouro paralímpicas sucessivas em 2008 em Pequim. Ele perdeu a visão do olho esquerdo quando tinha treze anos, após um acidente com um estilingue. Seis anos depois, uma infecção tirou a visão do seu filho direito, deixando-o totalmente cego.

Goalball: Romário Diego Marques
Marques é um dos atletas que deve levar o ouro do Brasil no goalball. O Goalball é um esporte coletivo projetado especificamente para atletas cegos e vem de um exercício de reabilitação projetado para os veteranos com deficiência visual da Segunda Guerra Mundial. Um forte candidato à medalha, ele já conseguiu duas medalhas de ouro no Parapan American em 2011 e 2015. Ele também ganhou uma prata nas Paraolimpíadas de Londres em 2012.

Boccia: Dirceu José Pinto
Pinto compete na Boccia, um esporte de precisão semelhante ao boliche. Desde sua aparição em Pequim em 2008, ele dominou todos os grandes torneios dos quais participou, tanto em eventos individuais quanto em pares. Ele conheceu Boccia aos 22 anos, uma introdução que, segundo ele, mudou sua vida. Com uma longa lista de medalhas de ouro, ele acredita que este ano será o auge de sua carreira, dando a expectativa de uma atuação emocionante.

Futebol: Ricardo Alves (Ricardinho)
Ricardinho (apelido pelo qual é comumente referido no Brasil e em eventos esportivos que significa

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