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Pelé e os 20 maiores jogadores de futebol brasileiros de todos os tempos

Pelé e os 20 maiores jogadores de futebol brasileiros de todos os tempos
CHRISTOPHER ATKINS
15 DE JANEIRO DE 2013

O Brasil produziu alguns dos jogadores mais icônicos da história do futebol mundial. De Pelé a Garrincha e de Ronaldo a Kaká, o país tem um catálogo de estrelas quase inacreditável.

Nenhuma outra nação pode se igualar. Apesar do grande pedigree da Itália, Alemanha ou Argentina como potências futebolísticas, eles não são iguais ao Brasil em termos de poder de estrela e status.

Mesmo agora, há crianças em todo o planeta que conhecem os nomes Zico e Sócrates. Eles podem não ter ideia de onde jogaram, ou mesmo quem eles eram, mas eles ouviram esses nomes serem falados em termos sagrados pelos mais velhos.

As seleções do Brasil em 1958, 1970 e 1982 são amplamente mencionadas no contexto das maiores seleções do futebol de todos os tempos. Os esforços para vencer a Copa do Mundo em 1994 e 2002 também marcaram presença no radar das estrelas.

Mas, onde os jogadores individuais se classificam em relação uns aos outros?

Sem mais hesitações, vamos dar uma olhada em quem eu pessoalmente considero os 20 melhores jogadores da história do futebol brasileiro.

No. 20: Careca
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Veterano das Copas do Mundo de 1986 e 1990, Careca foi campeão nacional no Brasil e na Itália em uma carreira que o levou de 1978 até o final dos anos 1990.

Depois de ter perdido a Copa do Mundo de 1982 devido a lesão, o início da carreira de Careca foi marcado apenas pelo sucesso doméstico.

Antes de partir para a Itália em 1987, venceria o campeonato brasileiro com o Guarani e o São Paulo. Por este último título, em 1986, terminou como artilheiro do Brasileirão com 25 gols no campeonato e foi eleito Jogador do Ano pela revista Placar.

No entanto, naquele mesmo ano, ele ganharia maior atenção como o segundo artilheiro da Copa do Mundo de 1986 no México, antes de se mudar para o Napoli, gigante da Série A, na temporada seguinte. Mais tarde, ele adicionaria mais dois gols da Copa do Mundo à sua contagem em 1990.

No Napoli, ele formaria uma parceria eficaz com o astro argentino Diego Maradona, que levaria o clube a um sucesso sem precedentes. Em 1989, o Partenopei asseguraria o único título continental de sua história ao vencer a Copa da UEFA, enquanto o título da Série A italiana se seguia um ano depois.

Após a saída de Maradona do clube, Careca fechou parceria com o jovem Gianfranco Zola, antes de seguir para o Japão em 1993. Lá ficaria três anos no Kashiwa Reysol, antes de retornar ao Brasil pelo Santos em 1997.

Nº 19: Heleno De Freitas
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Heleno de Freitas é tão famoso no Brasil por suas travessuras fora do campo quanto por suas atuações nele. No entanto, quando se trata de seu desempenho em campo, poucos são os que podem se declarar iguais.

Maior ídolo da história pré-Garrincha do Botafogo, Heleno marcou 209 gols em 235 partidas pelo gigante carioca entre 1940 e 1948.

Foi nesta altura da carreira que foi escolhido para jogar a nível internacional, estrelando o campeonato sul-americano de 1945, onde marcou seis golos. Ele encerraria sua carreira internacional com 19 gols em apenas 18 jogos.

Em 1948, naquela que foi a maior transferência da história do futebol sul-americano, mudou-se para o gigante argentino Boca Juniors. No entanto, seu tempo no clube duraria apenas um ano.

Aos 30 anos, ele conquistaria o campeonato estadual com o Vasco da Gama ao retornar ao Brasil, mas não conseguiu segurar uma passagem de qualquer duração notável em nenhum dos clubes restantes.

A carreira do atacante alto e elegante estava em uma espiral decrescente quando as questões pessoais começaram a surtir efeito.

Desde o início de sua carreira, ele enfrentou problemas com o vício em drogas, enquanto seu famoso amor pelas mulheres acabou levando à sua morte.

Heleno morreu em 1959, aos 39 anos, após passar seus últimos anos em um hospício após contrair sífilis, que o levou à loucura.

Infelizmente, ele não teve a chance de representar seu país em uma Copa do Mundo devido à ausência da competição durante a Segunda Guerra Mundial.

No. 18: Clodoaldo
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Vencedor da Copa do Mundo em 1970, Clodoaldo é amplamente considerado um dos maiores meio-campistas defensivos de todos os tempos.

Torcedor santista, Clodoaldo ingressou no clube em 1963, com apenas 13 anos, e permaneceria no Peixe até 1980, jogando 510 vezes pelo histórico Alvinegro.

Clodoaldo é mais lembrado como um meio-defensivo habilidoso que trouxe grande compostura à base de ataque da equipe. Ele também era conhecido por sua habilidade de marcação.

Infelizmente, tendo alcançado a glória em 1970, ele não teria a oportunidade de defender seu título da Copa do Mundo, perdendo o torneio de 1974 após se machucar apenas 10 dias antes do evento.

Seria o fim de sua carreira internacional, aos 25 anos.

Para somar ao Mundial, Clodoaldo somou ainda cinco campeonatos estaduais, um nacional (Roberto Gomes Pedrosa) e uma Supertaça Intercontinental pelo Santos.

O destaque de suas 38 internacionalizações pode ter sido um gol na semifinal de 1970 na vitória sobre o Uruguai. No entanto, ele é melhor lembrar

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